segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Tá tudo errado

Faz dias que não tenho tempo para postar os
meus besteirols, pois é a vida anda complicada...
Tenho estudado muito nos momentos que me permitem
e em outros momentos fico no Hospital com minha mami
que foi internada dia 19 com principio de pneumonia,
agora o pior já passou, mas ainda tem muito que melhorar
se Deus quiser. Hoje vou passar a noite com ela. O engraçado
do Hospital de Viamão é que quase todos os técnicos de
Enfermagem "acham" que me conhecem: " te conheço de
algum lugar" heheheh e pior que não conheço ninguém, mas
tá valendo: "Vem cá eu te conheço?".
Então tá... agora vou fazer uma Nêga Maluca ou melhor um
bolo de chocolate/ brigadeiro, tomar um banho e seguir meu
rumo.




Só Hoje
Jota Quest
Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal...
Olhar teus olhos de promessas fáceis
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir(que te faça rir)
Hoje eu preciso te abraçar...

Sentir teu cheiro de roupa limpa...
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz!
Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua!

Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria...
Em estar vivo.
Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar...

Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia...
Que eu faço tudo errado sempre, sempre.
Hoje preciso de você

Com qualquer humor, com qualquer sorriso
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz
Só hoje
(solo)
Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua!

Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria...
Em estar vivo.
Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar...

Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia...
Que eu faço tudo errado sempre, sempre.
Hoje preciso de você...

Com qualquer humor, com qualquer sorriso!
Hoje só tua presença...
Vai me deixar feliz.
Só hoje (repete 2x)


Música dedicada ao causador da minha insônia que está
num reino tão tão distante

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Coisas...

Sabe o que acontece? Nós nunca estamos satisfeitos com o presente. Sempre queremos ser mais velhos quando somos crianças e quando somos jovens queremos ou voltar no tempo ou ser mais velhos ainda, experientes, confiantes, estabilizados. Sem todas essas dúvidas. Sempre achamos que o outro é mais feliz do que a gente e sempre queremos viver uma vida que não a nossa. Mesmo que não ocorra nada de errado, mesmo que não tenhamos problemas de verdade, sempre achamos que o que nos foi escolhido não é bom. Sempre achamos que a nossa fatia do bolo não é grande o suficiente ou gostosa o suficiente. Reclamamos demais, nos acomodamos com a vida de merda que vivemos e não fazemos nada de realmente efetivo para mudar qualquer coisa que seja. E mesmo tendo consciência disso tudo, as coisas sempre continuam iguais. *********************************************************************************
Normalmente eu não gosto de me sentir indiferente às coisas. Mas sinceramente, dessa vez não estou me importando tanto. Na verdade essa indiferença está me protegendo de possíveis mágoas. Eu definitivamente preciso parar de me envolver com gente estranha que me confunde ou me entristece.
Isso vale p/ mais de uma pessoa.
Obs: Eu sou muito idiota!

Ufa dia corrido....e tem mais, vou no Acampamento Farroupilha, FUI!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A vida e seu joguinhos estúpidos

Sabe... não dá. Não consigo! Não sei fazer joguinhos mais. Eu soube um dia. Não por maldade, ou de propósito, mas sei lá porque não tinha outro jeito, simplesmente acontecia. E agora não consigo mais. Agora eu só sei que gosto de sinceridade, gosto de saber exatamente o que está acontecendo e em que terreno estou pisando. Mas as coisas não andam bem assim. Na verdade andam bem apagadas, distantes, quase inexistentes já. E mesmo assim eu não desencano por completo, não consigo simplesmente fingir que está tudo bem, não consigo parar de pensar e isso dá uma angústia. Queria ter mais coragem p/ certas coisas, mas do jeito que tudo está, com outras coisas em jogo, fica difícil tomar qualquer decisão. Enquanto isso fico esperando, coisa que odeio ter que fazer, p/ que o tempo me mostre que caminho deverei seguir. Ai como essa vida cansa a minha beleza!

E chove... não aguento mais, tanta água.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Gauchindades



Gauchidade e alpargatas
Moacyr Scliar


Guri nascido e criado no bairro do Bom Fim eu não podia me considerar um gaúcho da gema, daqueles da Fronteira. Eu tinha bombachas, claro (que a gente, por alguma razão, só usava em Capão da Canoa), e algumas vezes andei a cavalo com resultados tão deprimentes que os eqüinos corriam a se jogar no divã do analista mais próximo. Quando O Centauro no Jardim foi publicado nos Estados Unidos, a editora americana resolveu preparar material de divulgação e chamou um fotógrafo (não, infelizmente não era o Beto Scliar) para fazer algumas fotos. Ouvindo falar em “centauro” o rapaz teve uma idéia: fotografar-me no Central Park cavalgando. O que eu recusei, claro. Poderia contar com a compaixão, ainda que constrangida, dos cavalos do Rio Grande, mas um eqüino americano certamente me atiraria da sela. Ainda estava rindo da idéia quando o cara me fotografou – e a foto saiu ótima. O caso de escrever direito por linhas tortas.

Mas depois que a gente incorpora a gauchidade ela passa a fazer parte do nosso jeito de ser. Entre as fotos de imigrantes judeus no RS, há uma que mostra dois homens, lado a lado, ambos pilchados, tomando chimarrão. Um é um gaúcho nativo, o outro, um colono judeu vindo da Rússia. É absolutamente impossível dizer qual é o colono, qual é o gaúcho. Entrando na Faculdade de Medicina, onde tinha muitos colegas da Fronteira, logo aprendi a falar o “tchê”. E nunca mais o abandonei. Nas palestras que dou em outros Estados, as pessoas acham graça, mas é algo do qual me orgulho. Assim como me orgulho de usar o “tu”. É verdade que o “você” está tomando conta e que há até uma pressão nesse sentido: as editoras do centro do país nunca deixam de observar, verdade que com muito tato, que, do ponto de vista de público, “você” é melhor. Talvez seja, do ponto de vista mercadológico. Mas não do ponto de vista da autenticidade.


A cultura gaúcha é a cultura da simplicidade, do ascetismo, claro. Visitem, por exemplo, o quarto de Getúlio Vargas no Palácio do Catete, no Rio, e que foi o cenário do seu suicídio. Parece mais uma cela monástica do que o aposento de um presidente da República. Nossa comida é honesta; nada de preciosismos culinários que, nos restaurantes chiques, servem para mandar a conta para as alturas. Claro, há enfeites: a guaiaca, por exemplo, pode ter belos adornos. E há bombachas muito vistosas.Mas aí chegamos aos pés, aquela essencial parte de nossa anatomia, aquilo que nos coloca em contato com a terra. Em geral, culturas eqüestres, como a nossa, não dispensam as botas. Agora: a bota não é apenas um calçado, é um símbolo de poder. “Sob o tacão do opressor” era uma expressão muito usada no passado para mobilizar a indignação dos oprimidos. Pisar com a bota no pescoço de alguém caído era o cúmulo da humilhação.Gaúcho usa botas. Mas gaúcho usa também alpargatas. E a alpargata, diferente da bota, é feita de pano, não de couro. A alpargata não tem cano alto. A alpargata não admite esporas. Mas a alpargata protege os pés. E a alpargata humaniza. Gauchismo, no fundo, é isso, é uma forma de exercermos nossa humanidade neste cenário em que vivemos. E do qual devemos ter muito, mas muito orgulho.

SCLIAR, Moacyr. Gauchidade e alpargatas. Zero Hora, Porto Alegre, 4 maio 2008. Donna ZH,

p.9.


Pois é.... Trabalhei com o Dr e Escritor Moacyr Scliar na Secretaria Estadual de Saúde quando trabalhava no Setor de Aposentadoria e Vantagens, grandes tempos aqueles, tempos que não voltam mais, só restou as lembranças e o arrependimento de ter feito um acordo para deixar a FUGAST. Fico com a lembrança do SCLIAR.



BOA SEMANA....CHUVA E MAIS CHUVA!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

SEMANA FARROUPILHA...chuva e chuva





Hino do Estado do Rio Grande do Sul
Como a aurora precursora

Do farol da divindade

Foi o 20 de Setembro

O precursor da liberdade


Mostremos valor constância

Nesta ímpia e injusta guerra

Sirvam nossas façanhas

De modelo a toda Terra


De modelo a toda Terra

Sirvam nossas façanhas

De modelo a toda Terra


Mas não basta pra ser livre

Ser forte, aguerrido e bravo

Povo que não tem virtude

Acaba por ser escravo


Mostremos valor constância

Nesta ímpia e injusta guerra

Sirvam nossas façanhas

De modelo a toda Terra


De modelo a toda Terra

Sirvam nossas façanhas

De modelo a toda Terra
Arnaldo Jabor sobre o RS
Pois é.
O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos passivos.

Olham o escândalo na televisão e exclamam 'que horror'.

Sabem do roubo do político e falam 'que vergonha'.

Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam 'que absurdo'.

Assistem a uma quase pornografia no programa dominical de televisão e dizem 'que baixaria'.
Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram 'que medo'. E pronto! Pois acho que precisamos de uma transição 'neste país'. Do ressentimento passivo à participação ativa'.
Pois recentemente estive em Porto Alegre, onde pude apreciar atitudes com as quais não estou acostumado, paulista/paulistano que sou.
Um regionalismo que simplesmente não existe na São Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém. No Rio Grande do Sul, palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa.
Abriram com o Hino Nacional.
Todos em pé, cantando.
Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul.
Fiquei curioso. Como seria o hino?
Começa a tocar e, para minha surpresa, todo mundo cantando a letra!
'Como a aurora precursora / do farol da divindade, / foi o vinte de setembro / o precursor da liberdade '.
Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão.
Com garrafa de água quente e tudo.
E oferece aos que estão em volta.
Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até para mim eles oferecem.
E eu fico pasmo. Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem. Aquilo cria um espírito de comunidade ao qual eu, paulista, não estou acostumado.
Desde que saí de Bauru, nos anos setenta, não sei mais o que é 'comunidade'.
Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de São Paulo.
Aliás, você sabia que São Paulo tem hino? Pois é...
Foi então que me deu um estalo.
Sabe como é que os 'ressentimentos passivos' se transformarão em participação ativa?
De onde virá o grito de 'basta' contra os escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil?
De São Paulo é que não será.
Esse grito exige consciência coletiva, algo que há muito não existe em São Paulo.
Os paulistas perderam a capacidade de mobilização. Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção.
São Paulo é um grande campo de refugiados, sem personalidade, sem cultura própria, sem 'liga'.
Cada um por si e o todo que se dane.
E isso é até compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes.
Penso que o grito - se vier - só poderá partir das comunidades que ainda têm essa 'liga'. A mesma que eu vi em Porto Alegre.
Algo me diz que mais uma vez os gaúchos é que levantarão a bandeira. Que buscarão em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo.
Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles.
De minha parte, eu acrescentaria, ainda:
'...Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra...'

Arnaldo Jabor

“O folclore é a essência da nossa alma e não pode morrer”


A tradição gaúcha se espalha pelo Acampamento Farroupilha, no Parque Harmonia, durante o mês de setembro. São muitas as formas de se manter a cultura do Rio Grande do Sul.

Precisamos mais que nunca cultivar a nossa tradição. Não podemos deixar o pampa morrer.

“O povo que não tem raiz, perde a consciência do destino”

O mês de setembro está ficando pequeno para as comemorações Farroupilhas. No dia 22/08 foi acesa a Chama Crioula na Fazenda do Sobrado, em São Lourenço do Sul. A casa pertenceu a uma irmã de Bento Gonçalves. De lá a centelha será distribuída para os principais municípios das 30 regiões tradicionalistas. Além disso, a indiada começou a montagem das barracas e estandes Acampamento Farroupilha, no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho em Porto Alegre. A instalação dos galpões seguiu até o dia 4 de setembro, quando começou as atividades no local. Mas quem anda pelo local já sente o cheiro de churrasco.

Pois é....na quinta-feira vou lá no acampamento Farroupilha passear e curtir um churrasco, tomara que o tempo ajude, pq essa semana já começou com chuva.



sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Medindo palavras

Dependendo das pessoas com quem a gente convive acabamos por aprender certas coisas. Eu aprendi à medir certas palavras e comentários na frente de certas pessoas. Principalmente quando não estou afim de arranjar confusão à toa. Mas chega uma hora que cansa, sabe?! Pessoas que são sensíveis demais na hora errada, que não entendem nunca o sentido do que falamos e por qualquer coisa estouram de uma tal forma que eu não consigo e nunca vou conseguir entender. Se pelo menos tais pessoas fossem muito gentis e simpáticas, tudo bem eu até entenderia. Mas não! São uns grossos que partem para a ignorância por qualquer besteira e não aceitam nada de ninguém. Depois tem gente que ainda reclama que não há diálogo. Mas como pode haver diálogo se uma das partes não consegue se expressar de forma decente?!Esse é um dos motivos que me fazem ter muita vontade de morar sozinha. Mas isso fica p/ um outro dia.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Acendam as lamparinas do meu Juízo

Acendam por favor....
Preciso Tomar juízo...
As minhas lamparinas realmente estão
apagadas e não consigo enxergar.
Mas nãooooooo... é sério! Muito sério! Absurdamente sério. Como consegue ser hilário ao mesmo tempo!?
Só um comentário: Bom senso é algo que realmente deveria ser vendido com bula explicativa...

Beijokas!!!!