quinta-feira, 17 de junho de 2010
No momento só curtindo...Haja Coração
O meu pequeno Bruno, me acordou e está de dentinho mole!
Que lindo! Meu Deus...
E vai a mãe falar pra ele da Fada do dente...rs
Minutos depois do nada ele me pede:
- Mãe posso comer pão???? rsrsrs
Tá louco pro dentinho cair....
Já pensou, meu tesourinho de janelinha...que dádiva meu Deus!
Curtindo o momento que meu filho Bruno está em fase de dente mole.
Ele já tem 5 anos e oito meses e está muito feliz que o dentinho dele está
mólinho. Nunca ví disso Feliz pq vai ficar banguela.
Hehehe! Na verdade ele não tá preocupado de ficar sem dente, oque
ele quer mesmo é ganhar um dinheirinho da "Fada do Dente".
Então vamos esperar pelo dia tão tão esperado.
Haja coração e sabedoria, para viver e servir, entre a dor e o amor...
E vamos em frente...que a vida sempre continua...
sexta-feira, 21 de maio de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Do nosso modo torto
Certa feita houve um alguém de nome composto e curioso que entrou na minha vida através de trocadilhos, talvez muito antes de participar dela. Alguém que, de longe, me parecia muito maior do que, mais tarde, vim a descobrir que é. Era alguém que sabia muito bem o que a vida era – digo, o que a vida é: um pisca-pisca. E entendia muito bem que a vida, especialmente a dele, era um rosário. Que recitava poemas de cor. E que escrevia poemas sem nenhuma cor. Era alguém de riso fácil e aberto, mas que dificilmente ficava feliz ou se abria verdadeiramente. Era contraditório, e aí estava o maior trocadilho de todos. Era alguém de humor variável, que tinha fases como a lua e como eu e que oscilava entre palavra e letra num riso de estrela. Ele estava condenado a uma prisão perpétua, dentro de si. Acho que eu também. Mas a diferença é que eu tinha fome de toda a liberdade do mundo. Meu coração tinha asas e coragem suficiente pra voar. Eu tinha sede da vida, e queria tomar a vida toda de uma vez, num gole só. Eu corria rápido demais, mas parava muito durante o caminho. Ele caminhava devagar e sem pressa, mas quase sempre chegava antes de mim. Nossa união foi um passeio, um rolé, um sonho de irmandade. E os sonhos eram nossa maior viagem. Viajávamos longe por eles e para eles e nem ligávamos se não dava em nada. Ele era alguém que temia as borboletas, temor esse que de alguma forma que eu não sei bem como explicar, me encantava. Era um hipocondríaco, que tudo sentia sem nunca sentir nada. Era alguém que não tinha apenas duas caras, como todos nós temos. Ele tinha incontáveis faces que eu nunca conseguia desvendar. Ele era um paradoxo. Era ele paralelo a si mesmo. Era muita pretensão querer entender.
De longe, cheguei a pensar que as semelhanças nos aproximariam em alguma esquina. Nossas músicas, nossas palavras, nossas cores, nossas rimas, nossos sonhos. Mais tarde vim a perceber que foram as ditas cujas semelhanças, malditas, que nos afastaram de um jeito talvez irreversível. A palavra dita não volta. É que nós, que sempre gostamos muito de dizer e dizer de tudo, dissemos demais. Porque ouvimos as mesmas músicas, lemos os mesmos livros e gostamos de cores que, de algum modo (talvez do nosso modo) combinam. Eu não sou delicada. Ele também não é. Por isso, não soubemos nos afastar de um jeito sutil, sem que ninguém percebesse e sem choque. Somos fortes. Somos feras. E, como fortes feras que somos, quase lutamos com toda a força que não tínhamos. Nossa força está no coração. E foi assim que eu lhe dei um apelido, ele me deu uma música. Eu lhe dei minha loucura, ele me deu um sorriso. Eu lhe dei minha palavra, ele me deu a melodia. E por fim, demos um ao outro o cheque-mate. Chegou ao fim, morreu. E foi assim que nos afastamos. No susto. No impulso. No ímpeto. De repente, nos repelimos, como dois átomos de cargas iguais que não se atraem. A diferença é que átomos de cargas iguais jamais se atraíram, em hipótese alguma. E nós... Nós chegamos a acreditar, em algum momento, que seríamos um para o outro. Não fomos e nem seremos. Em certo momento, caminhamos lado a lado nos passos, mas nunca no sentimento. A verdade é essa e é preciso que ela seja dita, porque gosto de verdades. Acredito que ele também goste. E acredito que, no fundo, ele já saiba de cada palavra minha. Ele se conhece e me conhece muito bem.
"Talvez" nunca tenhamos gostado verdadeiramente um do outro, mas sempre soubemos quem éramos. Estivemos por um longo tempo lado a lado, mas nunca no mesmo chão. Ele morava na Terra e eu talvez nem soubesse onde morava. Ele me julgava louca, mas eu sei que no fundo ele também era. Concorríamos na nossa loucura e em quase tudo, porque éramos diferentemente iguais, porque éramos ímpares, singulares. Tínhamos o mesmo contorno, mas nos preenchíamos de modos muito diferentes. Vivíamos em eixos simétricos. Éramos vetores de mesma direção, mas sentidos opostos.
Na verdade, ainda hoje depois de tantos anos e tantos devaneios tolos que ainda estão a me torturar, tenho um sentimento verdadeiro por essa pessoa acima citada. Espero algum dia reencontra-lo.
segunda-feira, 29 de março de 2010
O meu amor
"O meu amor por você
É maior que a vida
O meu amor por você
Vai durar para sempre
E me faz renascer com o pôr do sol
E me faz descobrir que é lindo
Muito lindo
Te ver sorrir
O meu amor por você vai além do infinito
O meu amor por você vem dos céus
É divino
E me faz renascer com a luz da manhã
E me faz descobrir que é lindo, simplesmente lindo te ver sorrir."
quinta-feira, 25 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
Falta de Liberdade
A maior prisão que podemos ter na vida é aquela quando a gente descobre que estamos sendo não aquilo que somos, mas o que o outro gostaria que a gente fosse.
Precisamos descobrir, que há um encanto nosso de cada dia que só poderá ser descoberto, à medida em que nos empenharmos em não reter a vida.Viver é exercício de despreendimento. É aventuda deixar que o tempo leve o que é dele, e que fique só o necessário para continuarmos as nosssas descobertas.
Quando a liberdade da gente é retida por um tempo e conseguimos se desprende-la, confesso que assusta bastante saber que pode se fazer o que quizer, sem pedir nada para ninguém. Na real depois de tantos anos com uma pessoa sempre ali te questionando tudo o que se fazia e deixava de fazer, acredito que demore a se acostumar com essa tão sonhada liberdade. Mas nada impossível, estou precisando de um PLUS em minha rotina, para esquecer dos problemas que passaram e que possam ainda a refletir ou respingar. Upalêlê!!! Nem tô qui guiti, como diria meu amigo Kiko lá de Santiago do Boqueirão.
Beijo na testa e até a outra festa!
Amanhã tem Make Up aqui na empresa, aula de auto-maquiagem, presente do Dia da Mulher, Chick nurtimu!
E Sexta-feira tem festinha na Night!
Precisamos descobrir, que há um encanto nosso de cada dia que só poderá ser descoberto, à medida em que nos empenharmos em não reter a vida.Viver é exercício de despreendimento. É aventuda deixar que o tempo leve o que é dele, e que fique só o necessário para continuarmos as nosssas descobertas.
Quando a liberdade da gente é retida por um tempo e conseguimos se desprende-la, confesso que assusta bastante saber que pode se fazer o que quizer, sem pedir nada para ninguém. Na real depois de tantos anos com uma pessoa sempre ali te questionando tudo o que se fazia e deixava de fazer, acredito que demore a se acostumar com essa tão sonhada liberdade. Mas nada impossível, estou precisando de um PLUS em minha rotina, para esquecer dos problemas que passaram e que possam ainda a refletir ou respingar. Upalêlê!!! Nem tô qui guiti, como diria meu amigo Kiko lá de Santiago do Boqueirão.
Beijo na testa e até a outra festa!
Amanhã tem Make Up aqui na empresa, aula de auto-maquiagem, presente do Dia da Mulher, Chick nurtimu!
E Sexta-feira tem festinha na Night!
quinta-feira, 18 de março de 2010
A vergonha de poder falar
Verifico no meu dia atarefado e corriqueiro que cada vez mais sou solicitada para ajudar a fazer isto e aquilo e mais aqueloutro, nas mais variadas áreas e as mais estranhas tarefas que me podem solicitar – até porque eu não sou especialista em grande coisa… o que é estranho…
Vem cá a casa ver o que se passa com o meu PC… podes corrigir-me este texto? Ajudas-me a arrumar (?) umas cenas? Levas-me ali? Vamos comer um gelado? …. são frases que ouço quase no meu dia a dia e que deviam trazer tradução incorporada: PRECISO DE FALAR!!!!!!
É isso mesmo, a necessidade de falar, de comunicar, de desabafar os problemas do dia a dia, por mais estranhos e pequenos que depois de exprimidos pareçam, vem codificada em pedidos de ajuda corriqueiros… porquê? Porque se tem vergonha de dizer simplesmente – Preciso de desabafar, falar sobre tudo o que me vai na alma, de relativizar o que me preocupa e tudo o mais…
A vergonha de ter necessidade de falar passa, inevitavelmente, pela a incapacidade que se julga vergonhosa (e não consigo encontrar um termo mais exacto) se não ser auto-suficiente para resolver os próprios problemas psíquicos…
NÃO… DESENGANEM-SE : NÃO EXISTE VERGONHA NENHUMA EM PRECISAR - NÃO MELHOR – QUERER FALAR!!!
NENHUMA!!!!!
Aliás, paguei boas somas monetárias para que alguém me ouvisse….
E resultou…
Vem cá a casa ver o que se passa com o meu PC… podes corrigir-me este texto? Ajudas-me a arrumar (?) umas cenas? Levas-me ali? Vamos comer um gelado? …. são frases que ouço quase no meu dia a dia e que deviam trazer tradução incorporada: PRECISO DE FALAR!!!!!!
É isso mesmo, a necessidade de falar, de comunicar, de desabafar os problemas do dia a dia, por mais estranhos e pequenos que depois de exprimidos pareçam, vem codificada em pedidos de ajuda corriqueiros… porquê? Porque se tem vergonha de dizer simplesmente – Preciso de desabafar, falar sobre tudo o que me vai na alma, de relativizar o que me preocupa e tudo o mais…
A vergonha de ter necessidade de falar passa, inevitavelmente, pela a incapacidade que se julga vergonhosa (e não consigo encontrar um termo mais exacto) se não ser auto-suficiente para resolver os próprios problemas psíquicos…
NÃO… DESENGANEM-SE : NÃO EXISTE VERGONHA NENHUMA EM PRECISAR - NÃO MELHOR – QUERER FALAR!!!
NENHUMA!!!!!
Aliás, paguei boas somas monetárias para que alguém me ouvisse….
E resultou…
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