quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Tudo passa, tudo passará...

Ah... Hoje estou bem, mui bien.
Aqui na Empresa tá tudo tranquilinho, o chefe viajou para Curitiba (queria eu, que ele me levasse na mala).
E a mana do chefe até que está de bom humor hoje.
Após o horário de expediente, vou na rodoviária enfrentar uma fila quase do SUS, tentar ver se consigo comprar passagem para Quintão Beach...lá la lá... Vou com meu anjo Bruno para casa do meu papai, passar o Reveillon com ele e tentar desta vez pegar uma corzinha, já que no natal não fui feliz.
Pois é, vou entrar 2011  sem lenço e sem documento. "Para bom entendedor poucas palavras bastam."
MAS acredito que no ano que se aproxima, tudo vai mudar... Vou conseguir comprar um automóvel, e acabar com essa dependência de ônibus, de carona, de encheção de saco. Na verdade em 2011 tem tanta coisa que quero fazer, que nem sei se vai dar tempo de fazer tudo, mas vou fazer o possível.
Então tá SIMBORALÁ...
E após a fila do SUS, tenho que dar uma passadinha na loja MARISA, comprar um calçinha "vermelha", em
2011 o vermelho não será usado por quem está em busca de paixão, ele significará PODER. E a cor é uma ótima opção para quem se sentiu depressivo em 2010, então fechou todas!!! Tô podendo, ainda não, mas estarei; em breve. Ah e a paixão eu já encontrei em 2010 mesmo, daí agora só falta alguns detalhes, meros detalhes tão pequenos de nós dois; bom isso também ainda vai dar muito pano para manga. Mas seguirei firme nesta jornada; assim como a música da Legião Urbana- Metal Contra as Nuvens :
E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos.


Metal Contra as Nuvens
Não sou escravo de ninguém
Ninguém, senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E, por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz.

Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais.

Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.

Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição,
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.

Minha terra é a terra que é minha
E sempre será
Minha terra tem a lua, tem estrelas
E sempre terá.

II
Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa.

Quase acreditei, quase acreditei
E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.

Olha o sopro do dragão...
III
É a verdade o que assombra
O descaso que condena,
A estupidez, o que destrói

Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.

Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos.

Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.

Não me entrego sem lutar
Tenho, ainda, coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.

IV
- Tudo passa, tudo passará...
E nossa história não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.

E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos.



Gostaria de desejar um ano cheio de harmonia,
de novas realizações e sucesso.

Um grande abraço e Feliz Ano Novo!


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