Já parou pra pensar que vidinha besta essa nossa?
Nascemos, crescemos, reproduzimos (alguns, pelo menos) e morremos.
Quanto tempo entre nascer e morrer?
Muito pouco, muito pouco mesmo, e ainda assim arrumamos tempo, pra fazer tanta merda!
Não é? Vai dizer que você já não brigou com a pessoa querida e amada por uma bobagem?Ou que não perdeu um dia inteiro de sua “longa” vida só porque alguém olhou pra você de cara feia? Pois é! Êita vida besta! Em que vivemos pra trabalhar ao invés de trabalhar para viver, em que dizer: eu te amo pra nossos pais, amigos e pessoas amadas é a coisa mais difícil do mundo, mas palavras cruéis voam da nossa garganta e atingem a quem amamos com a força de um furacão. Você já pensou como nos apressamos pra tudo? Pra deixar de ser criança, deixar de ser adolescente, pra começar a trabalhar, depois vim a aposentadoria e aí nesse momento o que queríamos mesmo? Voltar a ser criança e fazer tudo de novo... Perdemos o precioso tempo que temos fazendo em um minuto coisas das quais nos arrependeremos por um longo tempo. E todos os dias, nós repetimos o mesmo erro do dia anterior: esquecer que temos um dia a menos nesse vidão. E que a vida é curtíssima! Não aproveitar esse tempo fazendo o que é saudável, o que nos torna feliz e deixando pra esse mundo a nossa marca é o que torna a vida inútil. Se você parar pra pensar vai mesmo concordar comigo, e vai dizer também: Ô vida besta!
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