quinta-feira, 16 de julho de 2009

ZIP

“Talvez algumas dores devam de fato ser deixadas para trás - objetivo, aliás, de tantas terapias: ressignificar as dores. Por outro lado, se somos a soma de nossas memórias, recorrer ao ZIP seria passar uma borracha em parte de nossa essência”.
trecho do artigo Esquecer ou não, eis a questão, de Suzana Herculano-Houzel, publicado no jornal Folha de São Paulo, no dia 16 de abril de 2009.

ZIP é uma substância capaz de apagar memórias, mesmo as antigas que em teoria já estariam consolidadas no cérebro, age a fim de bloquear uma enzima implicada nas mudanças celulares que possibilitam a formação de memórias. Este nome é devido a onomatopeia usada em inglês para algo que desaparece.
ps: Isso me lembrou o filme “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”

“Feliz é o destino da inocente vestal
Esquecida pelo mundo que ela esqueceu
Brilho eterno da mente sem lembrança!”.

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